"Quanto tempo vou te ver, desviando seu olhar caminhando contra o vento, quantas noites sem dormir, quantos sonhos pra viver, onde está seu sentimento".... É assim que começo meus escritos, recordando parte do refrão da música Cadê Você de Sandy e Júnior, afinal: Recordar é poder viver todas as lindas lembranças que nos foram deixadas como heranças.
A primavera simplesmente causa efeitos muito especiais, e uma delas é revivê-las em palavras todas as memórias em que nos trás de volta a um passado bem marcante. São muitos anos, mas muito anos mesmo, porém jamais o esqueci, sempre ficou guardo em um lugar muito querido. Entre uma conversa e outra, o teu nome era muito citado, fazia questão de contar a todos o quão benquisto era por mim.
Quanto tempo se passou? Passaram-se alguns, desde o último abraço que me deu. Recordação que faço questão de contar a todos os amigos e todas as vezes que me veem em mente, lágrimas rolavam automaticamente. A saudade que sinto é igual um pequeno riacho, quando resolve ir embora, deixa marcas muito profundas por causa de suas características: Calmo, tranquilo, sereno e suas águas claras embelezam o lugar fazendo possível enxergar o reflexo do pôr do sol e aí? O coração fica apertado, a alma se desespera pois almeja saber como você está, as novidades que tem para contar-me.
Quantas saudades, quantas saudades que sinto de você, saudades estas que acumula e chega a machucar por dentro, fazendo chorar noites e noites a fio. Sei que palavras são apenas palavras, mais as minhas são puras, sinceras, verdadeiras, saiem do fundo do coração, tem a pureza e a inocência, a doçura e o aroma mais ingênio que possa existir.
As boas amizades, os melhores amigos, por mais distantes que estejam, por mais que percam os contatos, permanecem dentro de nós para todo sempre.
Pilar Mariosa Bastos