Analisar os primeiros dias seria de fato arriscar-se uma opinião de apenas algumas horas passadas, argumentar os contextos em ideias concisas através de conjunto de palavras precisas num espaço curto de tempo. Momentos estes que nos permite pensar e repensar nos preenchimentos das linhas vazias de minhas páginas tão estimadas e queridas, cada letra manuseada existe amor, carinho, pois, creio que, tudo que nos envolve há uma sensibilidade, seja ela profunda ou não.
Julho chegou para intensificar ainda mais os dias, fazendo-nos observar a cada movimento seus, a cada passo seus, os ápices, os fatos, os acontecimentos, as realidades em que as semanas nos apresenta no nosso dia-a-dia, sem contar com as recordações surgidas mediante a imensa saudade que me visita a todo instante, somando, multiplicando à doce ternura vivenciada no passado, permanecendo no presente e em meu coração. Doces dias, Doces alegrias, Doces sentimentos que através da magia trás a felicidade mesmo de longe.
A noite surpreende-me com o encanto lunar que nos cinge em teu abraço, outorgando-nos ativar os arquivos memoriais de minhas lembranças, além de estarem comigo sempre e a todo momento, são lindas e belas as recordações revividas, assentindo-nos grandes suspiros amorosos/carinhosos/apaixonados toda vez que a saudade resolve bater em minha porta.
Meu pretérito-presente/futuro-pretérito tem como o sujeito da oração os verbos amar/ser/estar/ sentir, quatro componentes que podem transformar no predicado da frase exposta: Julho chegou pata intensificar não somente ainda mais os meus açucarados dias, vem para aquecer, contextualizando o inverno, propondo-me avivar em mim os sentimentos adormecidos.
Pilar Mariosa Bastos

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