Quem ama escrever sabe exatamente o que se passa, quando somos reféns de nossos pensamentos e palavras. Mesmo que esteja cansada, chegado às suas extremidades mais profundas, iniciemos um profundo conflito entre três personagens: a escritora, o sono e o pensamento, estes que lutam para conquistar uma única pessoa, e esta resolve desempatar o placar atendendo a vontade de suas preciosas ideias, até que horas vai? Não sei, estou apenas dando início os meus alinhamentos, previsão cabível para seu término é indefinido, ao finalizar saberei corretamente quanto tempo me tirou do meu repouso.
O sono faz a sua entrada triunfal, devagar como quem não quer nada, os olhos pesam desejando fechar para o seu remanso, pois tiveram seus momentos de muito agito, necessitam pernoitar, porém...as minhas temáticas conceptivas querem por que querem ser expostas neste instante, senão a literata aqui não terá a tua almeja trégua, uma luta de quase de todos as noites, o imprevisível não tem minutos ou horas e sim, segundos incontáveis contra o tempo, uma corrida implacável contra a tranquilidade, quanto mais estendo, mais pequenino fica a noite, recepcionando a Sweet daybreak.
A transição da noite para a madrugada, o domingo teve o seu regresso mais cedo que imaginava, daqui pra frente serão apenas algumas linhas preenchidas, para somente dizer algumas palavrinhas simples, como também nada de tão importante assim, só uma observação que chamou minha atenção, algo que despertou minha curiosidade, outorgando-me à refletir sobre ela, átimos ligeirinhos, ligeirinhos apontam bem ali na esquina com um sorrisinho esperto olhando para minha janela. Então mocinha, quantas páginas já estão quase concluídas?
Céu brando, luminosas estrelas, lua de prata para compor os singeloso conjunto da daybreak, inspiração que estende-se por todos os momentos e estações, harmonia da alma que suaviza o ser, tranquilizando o terno coração que está repleto de paz e sonhos para serem realizados, são 01:30 da manhã e só agora conclui o meu contexto dominical, e agora pensamento, posso dormir? Boa Noite.
Pilar Mariosa Bastos

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